Negociação, Consenso e Solução Estratégica de Conflitos

Descrição

O conflito faz parte das relações empresariais. A questão estratégica não é imaginar que ele possa ser sempre evitado, mas definir qual é o método mais adequado para solucioná-lo.

Durante muito tempo, a resposta jurídica ao conflito esteve quase automaticamente associada ao processo judicial. Hoje, entretanto, negociação, mediação, conciliação, arbitragem e processo judicial integram um sistema mais amplo de possibilidades para prevenção e solução de controvérsias.

Atuação

É nessa perspectiva que atua a ADVOCACIA LUCIANA ELMOR.

A consensualidade não é apresentada como alternativa obrigatória ao processo judicial, nem como sinônimo de concessão. É utilizada como instrumento jurídico estratégico, sempre que puder produzir uma solução mais eficiente, segura e adequada aos interesses do cliente.

Antes de definir o caminho, buscamos compreender o conflito: suas causas, os interesses envolvidos, os riscos jurídicos, econômicos e relacionais, as alternativas disponíveis e as consequências de um eventual litígio.

A partir desse diagnóstico, pode-se optar pela negociação direta, mediação, conciliação, construção de acordos, arbitragem, atuação administrativa ou processo judicial — e, em determinadas situações, pela combinação desses instrumentos.

Estratégia

Nas relações empresariais, essa análise é especialmente relevante. Um processo pode produzir uma decisão juridicamente favorável e, ainda assim, consumir tempo, recursos e relações comerciais importantes. Em outros casos, ao contrário, a judicialização imediata pode ser indispensável para preservar direitos, impedir danos ou proteger patrimônio.

Por isso, não defendemos o consenso a qualquer custo.

Defendemos a escolha consciente do método mais adequado ao conflito.

Essa concepção orienta uma advocacia comprometida não apenas com o processo, mas com a efetiva solução do problema apresentado pelo cliente.

Negociar quando for possível. Mediar quando for adequado. Litigar quando for necessário.

Consenso não é concessão. É estratégia para solucionar conflitos com segurança, técnica e visão de negócio.