A estratégia pode envolver débitos ainda em discussão administrativa, valores inscritos em dívida ativa, execuções fiscais, parcelamentos, transações tributárias, negociação perante a PGFN e demais entes públicos, revisão de garantias e adoção das medidas administrativas ou judiciais cabíveis.
Especial atenção é dedicada aos instrumentos de transação tributária, que ampliaram as possibilidades de construção de soluções para determinados passivos fiscais. Entretanto, aderir a uma transação ou parcelamento sem analisar previamente seus efeitos pode significar assumir compromissos incompatíveis com a capacidade financeira da empresa ou deixar de avaliar outras alternativas juridicamente possíveis.
É por essa razão que regularização fiscal e planejamento financeiro precisam dialogar.
O objetivo não é simplesmente “eliminar uma dívida”, mas construir uma solução juridicamente segura e economicamente sustentável, considerando risco, caixa, patrimônio e continuidade da atividade empresarial.